A Apple anunciou, nesta terça-feira, um aumento significativo nos preços de sua linha de produtos, com incrementos que vão de centenas a mil dólares em alguns casos. Um exemplo é o novo MacBook Neo, cuja versão de entrada passou de R$ 599 para R$ 699. O iMac, anteriormente vendido a R$ 1.299, agora tem um preço de R$ 1.499. Já o MacBook Pro com chip M5, que custava R$ 1.699, agora está disponível por R$ 1.999. No segmento mais alto, o Mac Studio com chip M3 Ultra e 96GB de memória sofreu um aumento de R$ 1.300, passando a custar R$ 5.299.
Os preços dos iPads também sofrerão alterações, com aumentos que variam entre R$ 100 e R$ 200, dependendo do modelo. Produtos como Apple TV e HomePod terão aumentos menores, mas ainda assim significativos. Por outro lado, o preço dos iPhones permanece inalterado, pelo menos por enquanto.
O principal motivo para esses aumentos, conforme explicou o CEO da Apple, Tim Cook, em uma entrevista ao The Wall Street Journal, é o aumento acentuado dos custos de memória. “Infelizmente, os aumentos de preços são inevitáveis”, afirmou Cook. “Estamos fazendo o nosso melhor para mitigar os grandes aumentos que estão sendo repassados a nós, e temos tentado proteger nossos clientes dessas elevações, mas a situação se tornou insustentável.”
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