A Boeing anunciou nesta semana que não espera aumentar significativamente a produção de seu melhor-vendido avião comercial, o 737 Max, até o segundo semestre de 2027. Segundo o CEO Kelly Ortberg, a empresa planeja manter uma taxa de produção de 52 aviões por mês nesse período, contra cerca de 47 atualmente.

Impacto financeiro

O anúncio impactou negativamente as ações da companhia, que caíram cerca de 9% durante a chamada de resultados trimestrais. Ortberg reiterou a prioridade de estabilizar a produção e melhorar a eficiência operacional.

A empresa também relatou uma melhora nas suas finanças, com uma redução de perdas no terceiro trimestre, principalmente devido ao desempenho positivo de sua divisão de defesa.