Promessas de campanha e decisão do Confaz

Governadores que se comprometeram a não aumentar a carga tributária durante suas campanhas participaram da aprovação de um reajuste do ICMS sobre combustíveis. Em Santa Catarina, Jorginho Mello firmou um compromisso com a Fiesc de não elevar a carga tributária, enquanto Celina Leão, do Distrito Federal, defendeu a manutenção de impostos reduzidos sobre combustíveis. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas se manifestou a favor da redução de impostos.

Reajuste foi aprovado dois dias após o segundo turno

O reajuste foi aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em 27 de outubro, dois dias após o segundo turno das eleições. As novas alíquotas entram em vigor em 1º de fevereiro de 2027 e incidem sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. O reajuste mais elevado será aplicado ao diesel, cuja tributação passará de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, alta de 11,1%.