A partida prometia ser um duelo entre os astros do futebol mundial, Erling Haaland e Kylian Mbappé, mas a Noruega surpreendeu ao deixar o atacante do Manchester City no banco de reservas e sacrificar a chance de uma vitória significativa contra a França. O resultado foi uma derrota contundente por 4 a 1 no Boston Stadium.

O técnico norueguês, Ståle Solbakken, decidiu fazer 10 alterações na equipe que já havia garantido a classificação para as oitavas de final. "Foi uma decisão óbvia", justificou, destacando a necessidade de preservar a saúde dos jogadores e pensando no bem-estar dos torcedores. "Os fãs queriam ver Erling e Martin [Ødegaard] jogando, mas nossa prioridade era garantir que os jogadores estivessem totalmente preparados para os próximos desafios", afirmou.

Durante o jogo, Dembélé brilhou ao marcar um hat-trick em apenas 25 minutos, enquanto a Noruega viu seu atacante reserva, Jørgen Strand Larsen, perder um pênalti que poderia ter mudado o rumo da partida.

Com a vitória, a França terminou a fase de grupos em primeiro lugar, enquanto a Noruega agora se prepara para enfrentar a Costa do Marfim em Arlington, Texas, uma viagem de 1.100 milhas. Caso vençam, enfrentarão o vencedor do duelo entre Brasil e Japão nas oitavas de final.

Críticos e comentaristas, como o ex-jogador Ian Wright, expressaram surpresa pelas várias mudanças feitas pela Noruega, especialmente considerando que o time havia mantido a mesma formação nas vitórias anteriores sobre Iraque e Senegal. Solbakken, por outro lado, defendeu sua estratégia, focando na importância de ter uma equipe totalmente saudável para os desafios futuros.

Com a Noruega retornando ao Mundial após 25 anos, a expectativa e a pressão são altas. O assistente técnico da França, Guy Stephan, não se surpreendeu com as alterações, considerando que a Noruega já havia garantido a classificação.