Quando leu o roteiro de 'Três Horas para Viver', Rodrigo Santoro não se interessou pelo personagem Damián Zaldívar, considerando-o retrato 'protocolar e tradicional' dos vilões clássicos de filmes de ação.

Transformação do vilão

Conversando com o diretor Scott Waugh por duas semanas, Santoro convenceu o diretor a incluir o português nas falas do personagem. A ideia surgiu durante um ensaio, quando o ator soltou um palavrão de improviso em português, o que chamou a atenção do diretor.

A nacionalidade de Damián não fica clara no filme, mas ele passa a alternar falas em português e inglês, criando uma brincadeira com o sotaque.

Desafios linguísticos

Para outros personagens falando em inglês, Santoro precisou 'esconder' seu sotaque, mas hoje, segundo ele, o mercado internacional é mais favorável a atores com características regionais.