O chefe da Comissão Eleitoral Central de Israel, Noam Sohlberg, afirmou neste domingo que os resultados das eleições nacionais do país permaneceriam válidos mesmo se fossem comprovadas suspeitas de interferência estrangeira.
Controvérsia sobre resultados
Primeiro-ministro Benyamin Netanyahu contestou os resultados, acusando partidos árabes de 'roubar' a eleição e receber financiamento do Qatar. No entanto, o Qatar negou as acusações.
Ao mesmo tempo, a polícia israelense soltou dois dos três ativistas políticos presos antes das eleições, acusados de tentar corromper votantes com dinheiro.
Impasse político
Nenhum dos lados conseguiu a maioria necessária para formar um governo, com Netanyahu ganhando 53 assentos e o principal oponente Gadi Eisenkot obtendo 48.
A coalizão de partidos árabes ganhou 19 assentos, um recorde, permitindo a possibilidade de um governo majoritário com Eisenkot, mas muitos israelenses rejeitam essa ideia.
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