Tim Southee, assistente técnico da seleção da Nova Zelândia, acredita que as memórias de um jogo marcante em 2022 podem ser um fator para a equipe no decisivo confronto contra a Inglaterra em Nottingham. Naquele ano, o estilo Bazball dos ingleses foi forjado em uma impressionante corrida atrás de um alvo, que culminou em uma vitória mesmo após conceder 553 corridas na primeira entrada.
Na atual série, a Inglaterra enfrentou dificuldades logo no início, perdendo um importante sorteio e vendo os abridores da Nova Zelândia, Tom Latham e Devon Conway, somarem 317 corridas. Contudo, a equipe inglesa conseguiu responder com quatro wickets no final do primeiro dia, deixando os neozelandeses com 361 corridas e 4 wickets.
Memórias que influenciam
“Quando você tem jogadores que participaram desses jogos, é provável que alguns deles tenham isso em mente no vestiário da Nova Zelândia”, afirmou Southee. “Essas lembranças fazem parte do nosso banco de memória, e veremos como isso se desenrola”, completou.
No último encontro entre as duas seleções em Nottingham, Jonny Bairstow foi o protagonista ao marcar 136 corridas em apenas 92 bolas, levando a Inglaterra a uma vitória espetacular. Naquela ocasião, a Nova Zelândia havia somado 553 corridas, a maior pontuação na primeira entrada de uma equipe que perdeu um teste na Inglaterra.
Expectativas e pressões
Com o capitão Latham marcando 151 e Conway 157, a Nova Zelândia parecia confortável, mas a Inglaterra mantém a esperança de virar o jogo. Sob a liderança de Ben Stokes, a equipe tem um histórico de vitórias mesmo após conceder grandes totais na primeira entrada.
Enquanto isso, a Nova Zelândia busca se tornar a primeira equipe visitante a vencer uma série de três partidas na Inglaterra desde 2012. O assistente técnico Luke Ronchi minimizou as implicações do jogo de 2022, afirmando que a equipe atual é diferente e que eles estão focados no presente.
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